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Tupi, potencial turístico que se reveste de realidade

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  Tupi, potencial turístico que se reveste de realidade *  Celso Gagliardo Tupi, aprazível distrito de Piracicaba, surgiu a 29 de julho de 1922, há 104 anos, com a chegada da Estação da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, no ramal de Piracicaba. Em 1936, por força de lei, tornou-se distrito de Piracicaba. São 57,5 quilômetros quadrados de encantamento, incrustados entre Limeira, Iracemápolis, Piracicaba, Rio das Pedras e Santa Bárbara d’Oeste, esta última a cidade mais próxima. Ali, ar puro e muito verde, sem as atividades poluidoras que maltratam os grandes centros urbanos. Um cenário atraente para quem aprecia a vida mansa e simples, o silêncio e a tranquilidade, características que marcam o cotidiano de seus cerca de 5 mil habitantes, distribuídos em 1.347 domicílios particulares. Circular por Tupi, em qualquer dia e horário, é um convite ao lazer e ao descanso. Parece que ali não há pressa. Predomina um viver contemplativo, que nos aproxima da grandeza e dos valores d...

Gratidão, sentimento para ser vivido

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  Gratidão, sentimento para ser vivido                                    Celso Gagliardo               Um dos sentimentos mais nobres do ser humano é a gratidão. Não o simples “obrigado” protocolar, mas o reconhecimento sincero por algo que recebemos e que tornou nossa vida melhor. Ser grato é mudar o olhar. É perceber, em meio à correria cotidiana, as pessoas que nos oferecem carinho, amizade e compreensão. Às vezes, basta alguém que nos ouça com atenção, sem conselhos nem soluções. Apenas que esteja presente. Há momentos difíceis que deixam marcas profundas, mas também nos revelam pessoas inesquecíveis. O acolhimento, o apoio e o carinho recebidos na hora da dor permanecem na memória. São gestos que merecem ser reconhecidos, mesmo quando o tempo passa. Mas a gratidão não depende apenas de grandes acontecimentos. Também está nas pequenas coisas: no café com...

Há aqueles que não poderiam morrer

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              Há aqueles que não poderiam morrer                                                                                        – Celso Gagliardo –                                                                               Falar sobre a morte não é do agrado de alguns. Pode trazer medo, insegurança, lembranças amargas. Conquanto seja a maior certeza, para esses é preferível viver intensamente aqui e agora, até o dia do “juízo final”. Por outro lado, filosofar sobre o epílogo da vida pode significar, para outros, libertar-se do me...

Quando o influencer faz um golaço

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Quando o influencer faz um golaço - Celso Gagliardo - Sabemos que tudo evolui. Nada é estático e, naturalmente, costumes, valores e hábitos também mudam. Querer manter o passado como referência permanente é praticar um saudosismo que pouco acrescenta. Todavia, há certas “evoluções” que mais se parecem involuções. Vejo com preocupação alguns dos “avanços” que chegam à camada mais jovem, justamente aquela que aprende rápido, absorve comportamentos e, muitas vezes, transforma em hábito aquilo que vê e admira. É só observar a Internet, com seus tantos influenciadores, alguns de duvidosa intenção, estimulando comportamentos estranhos, músicas e danças maliciosas, para dizer o mínimo. Gente famosa anunciando jogos de bets, plataformas virtuais de apostas, como se tudo fosse apenas diversão. Não é. Para muita gente, especialmente jovens, pode ser o começo de um caminho de descontrole e prejuízos. Mas não é somente nas telinhas que aparecem maus exemplos. Outro dia, um candidato à Presidên...

Empurrando o carrinho e observando a vida pulsar no Supermercado

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Empurrando o carrinho e observando a vida pulsar no supermercado — Celso Gagliardo — No período pós-executivo de RH — quando às vezes trabalhava de gravata e paletó —ganhei, entre outras atribuições, a de fazer, até de bermuda e camiseta, as compras regulares: supermercados, açougues, padarias, farmácias. E elas dão trabalho. São constantes. Mesmo que você tenha recursos para algum estoque, muitos produtos são perecíveis e não vale a pena comprá-los para consumo em longo prazo. Assim, tornei-me um espectador privilegiado do vai e vem nas lojas de departamentos alimentícios, do burburinho típico. E, talvez pelo teimoso cacoete de quem trabalhou em Recursos Humanos, ainda enraizado na gente, fico observando pessoas e seus comportamentos. Divirto-me um pouco. Às vezes, evito me aborrecer — mas a vontade vem. Lógico, não conheço a quase totalidade dos consumidores. Mas ali, pilotando um carrinho e recolhendo os produtos da minha listinha, defrontamo-nos com uma pequena representa...

CVV e mais um Setembro Amarelo

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CVV e mais um Setembro Amarelo O calendário nos lembra que chegou mais um Setembro Amarelo. Americana tem o Serviço Posto há 42 anos prestando apoio emocional, e também se insere nesse movimento nacional de um mês dedicado à valorização da vida e à prevenção do suicídio. São 12 anos de Setembro Amarelo. “Escutar é estar presente” é o nosso tema da campanha 2026. A gente busca lembrar que oferecer uma escuta acolhedora pode representar o primeiro passo para que alguém em sofrimento emocional encontre apoio e não enfrente esse momento sozinho. E essa presença, vale lembrar, é para o ano todo. Você sabe escutar? É estar disponível. É dar atenção a quem precisa falar. É ouvir sem julgar. Sem comparar, minimizar ou tentar resolver. É não ter todas as respostas. Às vezes, estar presente importa mais do que saber o que dizer. É respeitar o tempo do outro. Escutar é estar presente. De corpo e alma. O Setembro Amarelo se fortalece cada vez mais, à medida que há mobilização com a participação de...

Vestidos de noiva. Sonho, frustração e solidariedade

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                                                              Vestidos de noiva. Sonho, frustração e solidariedade Para a maioria das pessoas, as comemorações e os atos religiosos do casamento são momentos marcantes de suas vidas. O vestido de noiva, especialmente, simboliza a passagem para uma nova fase, a celebração do amor e, historicamente, também o status social da família. Sua escolha costuma envolver muita análise, pesquisa e identificação pessoal. E a aparição apoteótica da noiva, envolta em seu vestido, é um momento singular da cerimônia. Casar-se de vestido de noiva é o sonho de muitas mulheres. Algumas realizam esse desejo mesmo depois de anos de convivência. Outras, por limitações financeiras, acabam se unindo matrimonialmente sem a vestimenta e as comemorações típicas, cada vez mais bonitas, sofisticadas e, também, oneros...