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Mostrando postagens de julho, 2026

Piracicaba, cheia de atributos, chega aos 259 anos

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  Piracicaba, cheia de atributos, chega aos 259 anos – Celso Gagliardo – Sempre ouvi dizer, em minha Santa Bárbara, sobre a simpatia nutrida pela vizinha Piracicaba. Nada contra Americana, filha pujante. Mas há um respeito especial pela mãe, afinal, nosso território foi desmembrado do município de Piracicaba. Piracicaba comemora, neste 1º de agosto, seus 259 anos de fundação. Nasceu impulsionada inicialmente pela cana-de-açúcar e pelo café. Depois, viveu um longo período de estagnação, até que a industrialização lhe devolveu o dinamismo e a colocou novamente no patamar das grandes cidades do Estado. Santa Bárbara faz divisa com Piracicaba, ali pelo entroncamento do bairro Caiubi com o distrito de Tupi, este um “quase barbarense”, na imaginação carinhosa e poética dos barbarenses. Sempre gostei de Piracicaba. Desde criança, acompanhava o futebol do grande XV, o Nhô Quim, que trazia os grandes times do Estado para jogar no velho Roberto Gomes Pedrosa. Minha saudosa irmã C...

Inteligência Artificial - avanços, assombros e responsabilidades

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  Inteligência Artificial - avanços, assombros e responsabilidades                  – Celso Gagliardo – Outro dia, na roda de café, comentamos sobre as aplicações da Inteligência Artificial nas variadas áreas das ciências e do comportamento humano. Basta um mínimo de conhecimento e contato com essa ferramenta moderna para ser impactado por suas infinitas possibilidades. Quanto maior a idade, maior a estupefação. Nós, maduros, viemos de um tempo de limitações do conhecimento e bem sabemos das vicissitudes do passado. Fico pensando como as comunicações escritas fluem hoje com o mundo digital, em comparação com o passado de tipografia, composição manual, letra a letra no componedor, para nele formar o tamanho certo da linha. Nossa geração sofreu o impacto das mudanças em velocidade cada vez maior. Telex, telégrafo, telefax, numa breve ilustração, mostram o grau de obsolescência que nos atingiu. Até o telefone – linha fixa, valiosa inv...

Motorista que dá seta é motorista bom de direção

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  Motorista que dá seta é  motorista bom de direção ·        *   Celso Gagliardo Desde os tempos em que meu tio Carlos Perez me ensinava, ainda menino, os primeiros movimentos ao volante de seu inseparável Fusca azul, chamava a atenção um pequeno dispositivo nas laterais do carro. Acionado por uma haste junto ao volante, ele se projetava para fora da carroceria indicando o lado para o qual o veículo iria seguir. Era a velha seta, hoje substituída pelas luzes indicadoras de direção, mas com a mesma função: comunicar aos outros motoristas nossa intenção de mudar o rumo do veículo. Seja para virar, trocar de faixa, ultrapassar, sair de uma vaga, entrar em um estacionamento ou fazer um retorno, a seta continua sendo uma das formas mais simples e importantes de comunicação no trânsito. Seu uso, além de obrigatório por lei, é um gesto de respeito com quem divide a via conosco. Afinal, dirigir não é apenas controlar um veículo, mas também inf...

Torneio de Vôlei Master aquece Águas de São Pedro

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Torneio de Vôlei Master                                          aquece Águas de São                                              Pedro                   - Celso Gagliardo - Elas chegam de mansinho e, pouco a pouco, vão tomando conta da cidadezinha de tantos encantos. Águas de São Pedro faz uma pausa neste fim de semana prolongado pelo feriado de 9 de Julho para receber mais de 1.700 mulheres atletas, integrantes de 120 equipes do Brasil e do exterior, em mais uma edição do Torneio Águas Fest Vôlei Master Internacional. Já na apresentação das equipes e  na cerimônia de abertura, realizada na quarta-feira, foi possível perceber o brilho renovado do evento. Uma profusão de mulheres irradiando alegria, entusiasmo e energia...

Miscelânea depois da decepção com a Seleção

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Miscelânea depois da decepção com a Seleção                      -  Celso Gagliardo -  Escrevo estas mal traçadas linhas logo após a eliminação da Seleção Brasileira diante da Noruega. Perdemos mais uma oportunidade de voltar ao protagonismo do futebol mundial. Fomos superados por uma equipe organizada, mas sem a tradição das grandes potências do esporte. A realidade, gostemos ou não, é que hoje ocupamos apenas um lugar entre as boas seleções, distante daquele domínio que, por décadas, encantou o planeta. Depositamos esperanças em um treinador multicampeão, imaginando que sua experiência pudesse recolocar o Brasil no caminho das grandes conquistas. Não foi desta vez. Como dizia o saudoso publicitário André Bastelli, resta seguir em frente no velho espírito do "vamo que vamo". No sábado aconteceu a retomada da tradicional Festa dos Americanos, depois de um período de interrupção provocado pelos acontecimentos que todos conh...